A Espera

O C.E.C.C., supervisionado pela diretoria e às expensas do
clube , teria por finalidade incentivar a prática de esportes

Em 13 de março de 1958 , os dirigentes e alguns associados do Campinense discutiram a probabilidade da profissionalização da equipe amadora de futebol do clube, pois o esquadrão tinha conquistado os trê ultimos vice-campeonato da cidade (1955 /1956 / 1957 ). Neste momento, havia uma grande expectativa em criar uma equipe de futebol capaz de competir de igual para igual com o treze.
Os atletas começaram a chegar (1958 ) para reforçar o quadro de jogadores do clube. As primeiras contratações foram o goleiro Josil e o meio- esquerda Bruno. Seguiu-se uma série de contratações do Campinense; o meia- direita Tim, o centro- médio Jaime, do esporte, e o apoiador Zito, que atuava na cidade de Patos. A equipe também contava com nomes conhecidos como Marinho, Eudes, Paulo, Gilvandro, Murilo, ex-atletas do Guarany, do senhor Elias Mota, principal equipe de futebol amadora dos anos 50 da cidade de Campina Grande. O primeiro artilheiro do Campinense foi Miro. A média salarial de tão brilhantes profissionais girava em torno de mil cruzeiros por mês. A parti de 1960, passou a disputar o Campeonato Paraibano de Futebol. Neste mesmo ano conquistou o primeiro título estadual. A vitória abriu a série do hexacampeonato estadual, feito inédito e atá hoje não repetidos pelos clubes paraibanos.
Em 1961, foi a primeira equipe do Estado a participar de uma competição nacional, aTaça Brasil. Repetindo o feito em 1971, quando disputou a série B do Campeonato Brasileiro. Em 1972, conquistou o vice-campeonato nacional da segunda divisão, o maior feito de um clube paraibano na história do futebol brasileiro. Também conseguiu, em 1975, ser a primeira equipe paraibana na série A do Campeonato Brasileiro.
O Campinense Clube é considerado um dos maiores clube do estado paraibano, pelo time já passaram grandes nomes do cenário esportivo estadual e nacional, a exemplo de Pedrinho Cangula, Gabriel, Rinaldo Fernandes, Marcelinho Paraiba e Beto, estes dois últimos ainda em atividades no futebol, com passagens por grandes times do Brasil e exterior.
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